11/01/2009

"Verdades de brincadeira..."

"Se você tivesse acreditado nas minhas brincadeiras de dizer verdades, teria ouvido as verdades que eu insisto em dizer brincando. Falei muitas vezes como um palhaço, mas nunca desacreditei na seriedade da platéia que sorria."

CHARLES CHAPLIN

08/01/2009

“Por uma vida mais lilás...”

“Today is when your book begins.
The rest is still unwritten”
(Unwritten – Natasha Bedingfield)


Finalmente encontrei tempo para escrever! Tempo e motivos, para ser mais sincero. As férias acabaram com a minha cibervida! Desde o ano passado que eu não posto aqui. Msn, Orkut, Gmail? Oh, Gosh! Nunca demorei tanto pra responder um mísero scrap na vida. Mas, enfim, já os respondi.

Nossa, que Natal lindo! Família toda reunida, muitos presentes, sorrisos e um clima de harmonia digno de propagandas de cartão de crédito... literalmente, não teve preço. (Parabéns, vó!).

E o que dizer daquele final de semana, hein? Aquele depois do Natal, antes do Reveillon? Aquele considerado o último de 2008? Aquele das revelações, das mensagens no celular, do vinho (aquele que foi consumido e aquele que caiu nas roupas e toalhas), da cerveja, da vodka, do sorvete no banheiro, dos banhos coletivos, do baralho, do bicho que bebeu demais, dos óculos que foram rodados, das acerolas, da cama compartilhada, do Sheik... Sem contar os momentos absurdamente inesquecíveis ao lado de Saulinho, Victor e Léo no Massicas! Eles fecharam o final de semana só pra mostrar que o ano realmente valeu à pena!
AAAHHHH! O Reveillon! Não só o momento em que os ponteiros desceram rumo aos pinos do número 1 em meu relógio revelando os primeiros segundos de 2009, mas a chegada à cidade de Ilhéus, aquela carioca que vai voltar daqui à “seijss meisejss” (para dançar forró com a gente, fica a dica), as brincadeiras, o colchão inflável (que no amanhecer virava tapete), o bronzeador, o bloqueador, os banhos coletivos [2], a macarronada (que um dia quis ser cachorro-quente), o pão da virada que nos recebeu de portas (?) abertas naquela manhã de janeiro, os inseparáveis óculos de Sol (as pessoas estavam se sentindo no Big Brother, mas tudo bem!), a sereia do Batuba assediada por tudo e por todos, o vinho, a cerveja, a vodka, Jota Quest para aquecer os motores dia 30, e um Tomate tamanho família no dia 31 fazendo da nossa salada, digo, virada, a melhor de todas!
À vocês que estiveram comigo nos últimos dias de 2008 e nos primeiros de 2009, vocês que fizeram meus olhos brilharem de alegria, meu coração bater mais forte e em um ritmo mais intenso, meus poros se fecharem tamanho a emoção do arrepio, pelo aperto de mão, os abraços, as confissões, as lagrimas, os beijos, os banhos (e toda aquela ÁGUA! rs), pelo mais lindo e sincero sentimento de amizade: muito obrigado!

Para todos vocês, e à você, meu caro leitor imaginário, eu desejo um ano e uma vida mais lilás! Essa cor não foi escolhida à toa. O único e característico motivo da escolha foi esse: a camisa em que eu passei o réveillon era lilás, e, diferente do branco, do amarelo, do azul, do verde, do vermelho e do rosa, eu não sei o significado específico da cor lilás nas superstições de fim de ano, também não quis pesquisar. Se for algo bom ou não, isso eu não sei... Cabe à vida me revelar no decorrer dessas páginas brancas.
=)