29/07/2009

"Minha master!"

"There's no stars in heaven that we can't reach!"
(Breaking Free - High School Musical)


Ela diz: "Domingo é o dia dos ecos – quentes, secos, e em toda a parte zumbidos de abelhas e vespas, gritos de pássaros e o longínquo das marteladas compassadas – de onde vêm os ecos de domingo? Eu que detesto domingo por ser oco".
Clarice Lispector

("Eu que detesto domingo por ser oco")... Eu concordo com ela!


Eu digo: Na verdade, na verdade, ultimamente todos os meus dias estão sendo ocos.

De que vale um dia sem ver seu sorriso e ter seu abraço, hein?

Mais fácil encontrar a resposta daquela pergunta boba da quantidade de gotas d'água no oceano ou dos grãos de areia na praia.

Aí sim pode-se chegar a uma resposta. Do contrário, de nada vale!


Ela diz: Oh, amigo!
Te amo um tantão, sabia?
É amor msm... E amor na verdade nem pode ser medido...
Domingo mato as saudades... e a gente vai fofocar horrores e tirar muitas fotos!



Eu digo: E que venha domingo!
Pra que a gente, como diria o Dreyer: "matar a saudade e deixar um pouco mais".

*-*

25/07/2009

"Já que é para inovar..."

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“a felicidade sempre está ao alcance, dure enquanto dure, por isso devemos deixar de complicar nossas vidas...”


Nada como fazer as coisas certas para que as outras coisas dêem certo também. Você pensa, cogita as possibilidades, age e recebe o retorno. E é nesse retorno que você percebe a diferença.


~ Perdoe rapidamente, beije demoradamente, ame verdadeiramente...♥
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04/07/2009

"Love In the City..."

É ótimo ver coisas que nos inspiram. Em meu caso, assistir a Sex And The City é uma delas. É incrível o poder que Carrie Bradshaw, suas amigas, suas histórias, sua coluna no The New York Star e, é claro, o seu romance com Mr. Big têm sobre mim. Sinto-me tocado pelas coisas que se passam na série, como se tudo aquilo estivesse acontecendo comigo. Pode me chamar do que quiser, caro leitor imaginário, mas, hoje à tarde e à noite, eu chorei feito criança na frente da TV. Chorei de felicidade, de tristeza e de saudade por algumas lembranças que me ocorreram no momento; chorei também com as lições aprendidas e com as lições de amor!...

Como é comovente a trama. Você se emociona e se apaixona por elas no início, enquanto passa a conhecê-las e apreciar os up’s and down’s de suas vidas amorosas e profissionais. Já no finalzinho das temporadas, mais especificamente nos últimos cinco episódios da série - que você sabe que está acabando, que é chegada a hora de mudanças e de tomar grandes decisões que mudam por completo a vida de cada uma delas - é que você percebe que tudo aquilo um dia pode acontecer com você. Aí, depois de uma espera de quatro anos, chega o filme (sorte minha que já tenho tudo nas mãos). Algo literalmente grandioso! Que nos mostra que conseguir um bom emprego, um apartamento confortável, um closet maior e ter a certeza de ter encontrado um amor igual aqueles dos filmes parisienses... E o melhor: amá-lo incondicionalmente, é essencial! Alimentando os corações daqueles que ainda acreditam no amor.

Identifico-me em um nível incalculável de identificação com Sex And The City. Não só com um personagem em particular. Mas às vezes sou duro e decidido como Miranda, bobo como Steve, sonhador como Charlotte, tarado e, profissionalmente falando, Relações Públicas como Samantha, indeciso como Mr. Big, e, sem dúvida nenhuma: jornalista, sonhador, apaixonado, romântico e louco por Manhattan como Carrie. O gosto por moda, designers, sapatos, restaurantes e muitas festas, o carinho, o amor e o respeito pelos amigos, é mera coincidência. Mas o sangue “nova iorquino”, sem dúvida alguma, corre em minhas veias.
I NY!