25/04/2010

“Visitantes recentes...”



Caro leitor imaginário, nada como a ligação de uma pessoal especial, às 23h26, dizendo “Ei, to indo para aí, viu?”. Aí, tudo aquilo do brilho no olho, na pele e no sorriso volta para você. A noite ganha uma cor especial. As estrelas brilham mais. Tudo passa a ter mais graça, a fazer mais sentido.

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12/04/2010

"Feliz dia do beijo!..."



Lembro como se fosse hoje as coisas que há um ano aconteciam e as vontades que em minha cabeça queriam-se fazer realidade. Lembro que recebi uma mensagem falando sobre uma data que, até então, eu não conhecia. Lembro que essa mensagem celebrava o meu desejo mais sublime naquele momento. Lembro que a mensagem era sua.

Hoje, dia 13 de abril de 2010, é o dia do beijo. Beijo de mãe, beijo de pai, beijo de amigo, beijo de irmão, beijo de namorado... Seu beijo. Seu beijo, para mim, é uma incógnita. Ele representa meu desejo, minha vontade, minha ânsia de você.

Seus lábios são para mim a legenda do filme que eu mais quero assistir hoje. São os acordes das músicas que meus ouvidos querem ouvir. São lábios são “a vista que os meus olhos querem ter”. O tocar de seus lábios supera a maciez de qualquer pétala de rosa. Seus lábios têm o perfume que me inebria de amor.

Faça de seus lábios caça, farei os meus de caçador. Deixe que sua boca vire presa fácil entre os meus. Deixe que sua língua toque a minha. Quero sentir o sabor de seus lábios, provar tua saliva, me perder em teu gosto. Vem, e cala os gritos do meu coração com um beijo seu.

Hoje, assim como ontem, anteontem, e todos os dias do ano, seu beijo é o meu maior desejo. Feliz dia do beijo.
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11/04/2010

"Marca-passo, marca-página..."




“Se queres partir, ir embora. Me olha de onde estiver.”
(Maria Gadú – Dona Cila)


Hoje, enquanto almoçava, ouvi uma história interessante. Não me recordo dela por completo, mas lembro que ela transmitia uma mensagem significante para quem sente ou sentiu algo por alguém.

Como não lembro a versão na íntegra, irei direto ao que interessa. Minha mãe me contou que alguém contou a ela que sempre que algo acontecer em sua vida, e aquilo não lhe trouxer algo bom, que você deve virar a página e escrever uma nova história, ou até mesmo, tentar corrigir, reescrevendo a história anterior.

Fiquei intrigado. Sabe, caro leitor imaginário, é fácil reescrever uma história em uma página qualquer, seja ela de um livro ou de um caderno com molduras e brochuras que siga o seu estilo mais peculiar. Mas, o que fazer quando essa história está gravada no coração? Coração não tem páginas. Pelo menos não o meu.


“Me mostre uma caminho agora, um jeito de estar sem você.”
(Maria Gadú – Dona Cila)