23/12/2008

Borboletas sempre voltam...

Nada como uma ligação inesperada depois de uma tarde de chat no messenger, não é, caro leitor imaginário?
Você toma decisões precipitadas e as pessoas ainda esperam em você. O melhor de tudo é que, mesmo depois de certo tempo, você ainda pode voltar atrás... e você volta!

Queria dedicar essa canção à você:
“Você apareceu não sei como explicar.
E me trouxe de volta o sentimento de amar.

Me enfeitiça os momentos de amor e de paixão.
Com você é diferente me entreguei de coração.

Seu cheiro impregnado no carro da noite que passou.
O seu nome escrito no vidro.
São as marcas de amor.

Nessa noite a chuva não parou.
Porque você pediu ‘não pare, por favor!’.
E as estrelas iluminaram tudo e o sol nem chegou.

Perfeição foi o que aconteceu.
Descobri que o mundo gira a nosso favor.

Acordei você estava ali.
O sonho não acabou .”
(O Sonho não Acabou – Victor & Léo)


É tão bom saber que posso dormir, acordar ao teu lado e perceber que o sonho não acabou. Alt+3!

22/12/2008

Aqui e agora...


"Aqui,
agora que você parece não ligar.
Que já não pensa e já não quer pensar.
Dizendo que não sente nada.

Estou lembrando menos de você.
Falta pouco pra me convencer.
Que você é a pessoa errada"

Aqui - Ana Carolina.

14/12/2008

So, this is good-bye...

Forte, sincero e exposto... como o fogo.
Mas você recolheu tua lenha. Negaste fogo.
Faltaram forças recíprocas para continuar.
A fogueira apagou.
E eu... desisto do jogo. Tenho dito.


"Um doce novembro que foge de mim.
Assina o passado enquanto eu sinto o fim"
Doce Novembro - Marjorie Estiano

You know you love me...

Texto retirado do final do sétimo épisódio da segunda temporada da série norte-americana Gossip Girl.

Assim como as estações, as pessoas têm a habilidade de mudar. Não aconteceu com freqüência, mas quando acontece, é sempre para o bem.

Algumas vezes leva o quebrado a se tornar inteiro de novo. Às vezes é preciso abrir a porta para novas pessoas e deixá-las entrar.

Na maioria das vezes, é preciso apenas uma pessoa que tenha pavor de demonstrar o que sente para conseguir o que jamais achou possível.

E algumas coisas... nunca mudam.

E que comece o novo jogo!

Xoxo, Gossip Girl.

11/12/2008

Questão de Geografia.

Está tudo lindo. Estou de férias, estou muito feliz. Essas férias foram mais do que merecidas. Que semestrezinho infeliz, viu? Aloca! Quês professores! Quês trabalhozinhos tristes! Quês autores (Adorno e companhia limitada). Aff. Mas passou! Mais uma etapa da minha vida está concluída! Cheguei na metade! Só me restam mais mínimos dois anos!


Estou bem demais, tenho amigos ma-ra-vi-lho-sos. Amigos lindos que me acompanharam nesses meses loucos, nessas viagens loucas (p.s.: viagens de conhecimento mesmo, para outras localidades, e, é claro, viagens da minha mente), e que eu sei que sempre estarão comigo, assim como eu sempre vou estar aqui para eles.

Após o último post as pessoas vieram perguntar se esse seria realmente “o final” de “novembro”. Bom, se é o final eu ainda não sei, pois eu ainda não morri (H). Pelo andar da carruagem o “nós” entre o Doce Novembro e eu não vai acontecer tão cedo. Por quê? Por um único motivo: nós somos geograficamente incompatíveis (Y). Mas, tudo pode mudar. E se a montanha não vai à Maomé, Maomé vai até a montanha.

“O que vem não deve ser negado, o que vai não deve ser seguido.”

Autor desconhecido.

03/12/2008

"Para fechar novembro - Final"

E com esse post vim decidido a deixar novembro em novembro. Sabe quando você encontra algo que procurou por toda a sua vida, e, por algum motivo, não pode ter? É, foi assim que eu estava me sentindo.

Como disse no primeiro post do mês "let the past be the past". Isso é o melhor que nós devemos fazer. Deixe o passado no passado, caro leitor imaginário. Aprenda a conviver com os erros, e, principalmente, com suas conseqüências. Às vezes eles não tenham sido erros seus, mas nem sempre as pessoas conseguem enxergar, entender, ou aceitar aquilo que você tem a oferecer.

Achei esse texto em uma comunidade do Orkut, ele diz: “Pensando bem, em tudo o que a gente vê, e vivencia, e ouve e pensa, não existe uma pessoa certa pra gente.Existe uma pessoa que, se você for parar pra pensar é, na verdade, a pessoa errada.Porque a pessoa certa faz tudo certinho. Chega na hora certa, fala as coisas certas, faz as coisas certas, mas nem sempre a gente está precisando das coisas certas.Aí é a hora de procurar a pessoa errada.

A pessoa errada te faz perder a cabeça, fazer loucuras, perder a hora, morrer de amor.A pessoa errada é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa.Essa pessoa vai tirar seu sono, mas vai te dar em troca uma noite inesquecível.Essa pessoa talvez te magoe e depois te enche de mimos pedindo seu perdão.A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo porque a vida não é certa.Nada aqui é certo.”


Achei que tinha encontrado a minha pessoa errada... só que ela era certa. Certa demais. Aí não deu certo. Não! Pensando bem (longa pausa) ela era errada, por que depois dela tudo veio a calhar. Tudo. Mas, como disse (à pessoa) eu não me arrependo, não mesmo. Porque, por mais que a pessoa seja “errada”, outras coisas deram certo. Com ela aprendi muito. Sinto que agora que fiz dezenove anos foi que eu realmente alcancei a maior idade, cresci por dentro, como ser humano, como homem. E sinto que cresci por e para fora também, agora, como um homem, mais consciente e preciso em minhas ações, posso fazer coisas melhores para mim e para as pessoas ao meu redor.

Vale ressaltar que não ficaram mágoas, nem pedra sobre pedra, todos os pontos foram precisamente colocados nos is. E a única certeza que eu tenho disso tudo é que você vai ser sempre lembrado como o meu, e tão somente meu, Doce Novembro.

01/12/2008

"Para fechar novembro - parte 1..."

Caro leitor imaginário, considere este como um post do mês de novembro. Ele ia ser postado na madrugada de sábado, só que como estava chovendo não consegui estabeler conexão com o ciberespaço, aí já viu, não é?


"Hoje fui vencido pelo ócio. Até que fiz algumas coisas, mas nada demais, ou nada que possa ser considerado um feito muito produtivo, or wherever. Passada a longa tarde, regada a muita música e vídeo, e a minha quase paciência plástica para com o computador e suas conexões de rede, eis que recebo a visita de um amigo. Conversamos, colocamos parte dos assuntos em dia, e, após muita insistência, também fui vencido por ele, que conseguiu me desenraizar de casa.

Após o banho, a roupa, e a pizza, eu estava pronto. Fomos à casa dele, conversamos mais um pouco, ele tomou banho, pôs a roupa, comeu e lá estávamos nós, “prontos” indo rumo ao “desconhecido”, (algo desconhecido em uma cidade pequena é coisa de cego). Mas tudo bem.

Estava chovendo, no entanto, isso era só um detalhe. Fomos à procura de outro amigo, que acabamos encontrando minutos depois. Este, por sua vez, nos levou à casa dele, banhou-se, vestiu-se, mas, diferente de nós, não comeu. Por outro lado, acabou nos convencendo a sair de casa para ir a rua comprar algo para comer. Comemos mais uma vez.

Estupefatos, fomos à um barzinho. Lá, todas as caras possíveis e imagináveis já haviam sido vistas por todos nós, até os desconhecidos já eram conhecidos. Ficamos lá por mais alguns minutos. A chuva nos convenceu a ir para casa, e assim o fizemos."


Tive que parar por aí, porque a continuação da história não é nada apropriada para a temática do blog. A não ser que eu introduza censura, haha. Só preciso dizer uma coisa: após o acontecido, vim para casa na madrugada tomando um refrescante banho de chuva, mas com a cabeça doendo. O remédio para minha cabeça? Eu repeti a dose no domingo.

É, os velhos (e MA-RA-VI-LHO-SOS) tempos voltaram.
"It's Daniel, bitch!"

28/11/2008

"A gente não pode ter esse medo..."

Achei esse post no blog de Luísa.
Super interessante. Super me identifiquei.


"Trechos da entrevista de Mallu Magalhães!

ÉPOCA SÃO PAULO - Todo o hype inicial em torno do seu nome acabou alimentado, no paralelo, a implicância de muita gente com seu trabalho. Você sentiu esse outro lado?

Senti pra caramba, mas depois comecei a me preocupar em sentir outras coisas. As pessoas que não dão chance ao coração perdem as coisas. Elas se deixam enganar pelo medo de serem enganadas. A gente não pode ter esse medo. Ser enganado nem sempre é ruim. Eu, pessoalmente, me deixo ser enganada. Milhares de coisas estão por aí e são passageiras, mas são admiráveis e divertidas de se dançar, nem que seja uma noite.


Camelo me disse que mudou a forma de compor por sua causa. Disse que agora escolhe menos cada palavra e deixa o irracional fluir...

É, quando as coisas passam por esse filtro a gente fica tentando resumir o que a gente é. Mas se nem a gente sabe... Você fica tentando resumir o que você não sabe. O que é mais além, mais bonito e mais coração do que simplesmente deixar pra fora? Eu falo um monte de coisas da boca pra fora e, depois de um tempo, vejo que aquilo era exatamente o que eu devia ter falado. Era da boca pra dentro."


Vale ressaltar que essas palavras são quase minhas.
Um beijo Tchubaruba pra Mallu!
E outro pra você, caro leitor imaginário!

27/11/2008

"Ninguém precisa saber..."

Caro leitor imaginário, ultimamente está me faltando inspiração (e tempo) para escrever. Portanto, enquanto este processo não desencadear, postarei músicas, vídeos, frases feitas e coisas "clichês" [hahaha]!

Só uma nota: não serão coisas aleatórias, mas sim, coisas que estão fazendo parte da minha vida recentemente e que não me saem da cabeça. Exemplo: a musica "Apenas Mais Uma de Amor" de Lulu Santos.

"Eu gosto tanto de você.
Que até prefiro esconder.
Deixo assim ficar, subentendido.
Como uma idéia que existe na cabeça.
E não tem a menor obrigação de acontecer.
Eu acho tão bonito isso.
De ser abstrato, baby.
A beleza é mesmo tão fugaz.
É uma idéia que existe na cabeça.
E não tem a menor pretensão de acontecer.
Pode até parecer fraqueza.
Pois que seja fraqueza então,
A alegria que me dá.
Isso vai sem eu dizer.
Se amanhã não for nada disso.
Caberá só a mim esquecer.
O que eu ganho, o que eu perco.
Ninguém precisa saber"

26/11/2008

"A alegria está na simplicidade..."

- na simplicidade de um sorriso;

- de um abraço;

- de um "Eu Te Amo";

- de um abraço fraterno;

- de gestos singelos;

- de um olhar.

23/11/2008

“Music is my boyfriend...”

“Hey Mr. DJ, put a record on.
I wanna dance with my baby
When the music starts
I never wanna stop
It's gonna drive me crazy...
Music makes the people come together
Music makes the bourgeoisie and the rebel”

Madonna - Music


Elas servem como fonte de inspiração. Elas libertam, amarguram, nos fazem refletir. Algumas delas são tão melancólicas que nos fazem afundar cada vez mais quando estamos numa fossa. Outras nos fazem tão bem, a gente dança sem querer dançar. Como já dizia Shakira “my hips don’t lye”.

Quando se está sozinho esperando por alguma coisa, qualquer coisa, o melhor a se fazer é ouvir uma música. Ela, além de te fazer companhia, ajuda a fazer com que o tempo passe mais depressa. Além de te impulsionar a segui à diante, ao invés de ficar só esperando.

Carrego sempre comigo o meu player. Nele, além de conter pastas com álbuns de cantores específicos, eu carregos sempre duas pastas com os títulos “Românticas” e “Agitadas”. Não importa o meu humor, eu sempre ouço as duas pastas. Elas me fazem lembrar que mesmo estando alegre, eu já estive triste e coloque os pés no chão. E que, quando estou triste, não importando o motivo, eu vou ficar bem. Vou voltar a sorrir.

Portanto, caro leitor imaginário, atualize a sua pasta de remixes, por que, quando você menos esperar, até aquela baladinha mais triste que já te fez chorar, com uma roupagem totalmente nova, cheia de efeitos, vai fazer com que você mexa os seus quadris mais uma vez.

“JUST DANCE! Gonna be okay. Da da doo doot.
JUST DANCE! Spin that record babe. Da da doo doot.
JUST DANCE! Gonna be okay.
D-d-d dance, dance, dance, just. J-J-JUST DANCE!”

Just Dance – Lady Gaga

19/11/2008

"I'm going through changes..."

“E aqui estou eu sozinho com o tempo.
O tempo que você me pediu.
Isso é orgulho do passado,
um presente para você.
Uma delicada lembrança.
Branca neve que nunca senti.
Solidão me deixe forte.
Talvez resolva meus problemas.”

(Mudança de Comportamento – Ira!)


Tem uma comunidade no Orkut que diz: “Porque a cabeça tenta esquecer... o que o coração não consegue?”. Eu não sei não, viu!? Não sei mesmo! Olhe, caríssimo leitor imaginário, a gente tenta, tenta e tenta... mas não dá! Não é que eu queira, mas, mesmo que eu quisesse, não daria. Isso é fato.

Na ultima terça-feira, fui ator principal da cena de um filme que, eu tinha uma certeza quase absoluta, que eu saberia o que fazer, caso essa cena realmente acontecesse... e aconteceu! Mas nada do que eu havia planejado sucedeu.

Estava tudo indo muito, muito bem. E, como um clichê, não deveria continuar indo bem assim. E não continuou. Nada continuou. Tudo parou, exceto minhas mãos e minhas pernas que estremeciam feito loucas, e meu coração, que pulsava mais forte a cada passo que eu dava em direção à um lugar que acabou perdendo toda a graça para mim. Nada mais fez sentido.

Meu corpo estava lá, mas minha cabeça, a cabeça que tenta esquecer, absurdamente não estava! Via coisas em minha frente, imaginei milhares de outras situações, situações em que eu agiria, se eu pudesse, de outra forma. Lembrei de coisas que aconteceram, de coisas que ouvi, coisas que vivi, e que (por mais que tenham sido boas), não quero viver novamente.

Então, eu penso: “E se eu fosse conversar com você? E se eu te contasse tudo o que está acontecendo desde ‘então’? E se você soubesse o quanto estou bem? Você iria conseguir dormir? Porque eu sei que você iria (e agora vai) ficar pensando em mim no momento em que você repousar sua cabeça no travesseiro.” Penso que eu deveria fazer, ou ter feito, todas essas coisas. Mas algo, às vezes alguém, tentava tirar minha atenção, e por Deus acabava conseguindo.

Eu acabei indo para a casa de uma amiga. Lá, mesmo com um aperto no peito, o computador e todos os seus aplicativos e a televisão e todos os seus programas, acabaram por me distrair madrugada adentro, vencendo-me pelo cansaço.

“O mundo fica lento. Mas meu coração bate depressa nesse momento.
Sei que essa é a parte onde o fim começa”
(I Hate This Part – The Pussycat Dolls)

14/11/2008

“Quando você precisa de alguém...”

“Hoje chove dentro de mim. Meu lugar amanheceu cinza. As lágrimas caem sem saber por que. E a dor foi gravada em minha pele. Hoje, como sempre, você estará aqui pra cuidar do meu coração. É tão fácil me ver sorrindo se escuto sua voz.”
Muy Cerca de Ti (Tradução) – Sandy e Junior

Não consigo explicar, muito menos entender. Não estou falando de alguma coisa concreta, de algo plausível. Estou falando de mim, do que estou vivendo, do que estou sentindo... da fase em que eu estou passando. Mesmo assim existem pessoas que, mesmo sem saber, e nem entender, lhe surpreendem da melhor forma possível.

Hoje minhas lágrimas rolaram por motivos diferentes. Motivos? Bom, o termo no plural não vai explicar. Foi por um único motivo. Pareço criança de tanta lágrima que cai. Pensando bem, acho que o termo no plural explica sim, afinal de contas não foi uma coisa só, nem uma pessoa só.

Fiquei (e ainda fico) muito, mas MUITO feliz em poder saber que eu posso contar com vocês: meus AMIGOS! Vocês não fazem idéia do quão importante vocês estão sendo para mim nos últimos dias. Agradecer a vocês não é suficiente, e, pela primeira vez, fico sem palavras para descrever o que estou sentindo nesse momento em relação a todas as coisas que vocês me disseram, por todo carinho recebido, pela atenção, pelo apoio, e, principalmente, por serem meus amigos! E até mesmo aqueles que, por algum motivo, estão em outra cidade, ou até mesmo em outro estado, saiba que nunca os senti tão próximos.

Só posso agradecer a Deus pela vida de cada um de vocês. Obrigado!

“Quando você precisar de alguém pra te segurar.
Quando você precisar de alguém pra te dar atenção.
Eu sou esse alguém, eu sempre serei.
Ao seu lado, eternamente.
Quando o mundo ao seu redor estiver desabando
E você sentir que ninguém está lá...
O amor nunca falha, pra sempre juntos e juntos.
E nos manteremos unidos.
Quando você precisar de alguém!”
When You Need Somebody (Tradução) – Sandy & Junior

13/11/2008

“De volta à viagem...”

“I wanna go there, and I wanna know where. Everything I meant something to me is all...”
Black Hole - Lindsay Lohan

Vou e volto. Volto e vou. Mas não consigo pensar em mais nada da mesma forma depois da viagem que fiz à Vitória da Conquista. Parece que ficou algo não-terminado. Como se eu precisasse voltar lá para fazer alguma coisa que eu, sinceramente, não sei o que é para poder dar continuidade a minha vida.

Ficar em casa não é mais a mesma coisa. Sair dela? Pfff, nem sei como é que se faz isso. Vejo meus amigos com outros olhos, não sei se posso, se devo, ou se não confio mais neles. Em alguns, é claro. Minha cabeça não funciona mais como funcionava de costume. Ando. Faço. Como. Mas não vivo. Quer dizer, vivo. Mas é que a vida que está sendo vivida por alguém que não sou eu, não é aquela mesma vida que eu pensei viver, ou estar vivendo, nesse momento.

Preciso de algo, ou de alguém para preencher esse vazio. Ou será que seriam “esses vazios”? Não sei quantos, nem quando e muito menos onde. Só sei que preciso de parafusos. E eles, definitivamente, não estão aqui.

“Teria você caído em um buraco negro?
Caído em um universo de coisas perdidas.
O que aconteceu com os bons tempos?"


Black Hole - Lindsay Lohan

“Vivemos esperando dias melhores...”

Parece que a cada dia que passa as coisas vão ficando mais. Ficando mais velhas, ficando mais chatas, ficando cada vez mais insuportáveis. São pessoas, suas ações, suas faltas de ação, seus temperamentos (quase) inaceitáveis. Aih, estou de saco cheio.

Para completar ainda tem a faculdade. Contando a partir de hoje, ainda falta um, mais que longuíssimo, mês para o término das aulas. De ontem para hoje muitas coisas mudaram: concluí um artigo, e o outro está em fase quase final, uma das produções fotográficas foi adiada e um dos trabalhos escritos está pronto. Mas isso não é nada.

Um dos dias melhores está chegando. MEU ANIVERSÁRIO! Nossa, só essa semana eu consegui associar umas coisas. Coisas que só poderão ser reveladas no próximo post. Sou difícil, ta? Haha.


“Vivemos esperando o dia em que seremos melhores. Melhores no amor. Melhores na dor. Melhores em tudo”
Jota Quest – Dias Melhores

11/11/2008

“Tempos Modernos...”

Fico no computador atolado de coisa da faculdade pra fazer. Tenho que fazer para ontem: dois artigos, duas matérias, dois trabalhos escritos, duas produções fotográficas e ainda tenho que estudar para duas apresentações. Mas, porém, entretanto, contudo, fico no Messenger papeando, fazendo transferências, fazendo downloads. E é claro que também não deixo de lado o mais famoso site de relacionamento da face da terra, o Orkut!

Estava conversando com um amigo agora pouco no Messenger, quer dizer, jogando conversa fora. Ele também cheio de coisas para fazer, mas nenhum dos dois está com cabeça pra fazer coisas da faculdade/escola.

Daí, pensei: O que aconteceria se um dia chegássemos ao computador e nos deparássemos com uma máquina sem internet, que, conseqüentemente, seria uma máquina completamente inútil? Seria apenas um recipiente para o armazenamento de dados... um pendrive da vida!

Caraca, uma vida sem os vídeos do Youtube, sem os recadinhos e depoimentos (principalmente aqueles em off, haha) do Orkut, os maravilhos (mas nem sempre agradáveis) bate-papos intermináveis pelo Messenger, Icq, Skype... É, meu caríssimo leitor imaginário, você provavelmente nem estaria lendo essa confissão aqui agora!

Graça a Deus e aos maravilhosos gênios do ciberespaço essa geringonça só desenvolve!

1x0 para o Bill Gates! Haha.

10/11/2008

“O recheio...”

Haha. É engraçado quando a gente come biscoito recheado, a gente só pensa no recheio. Não sei se com todo mundo é assim, mas comigo é. O recheio é a “parte de dentro” do biscoito. A parte mais gostosa. A parte do meio. O meio-termo do biscoito.

Ao falar em meio, me lembro de medida, e com medidas deve-se ter equilíbrio pra uma não prevalecer sobre a outra. Alcançar o equilibro não é tão fácil assim. Trapezistas conseguem fácil, fácil, afinal de contas essa é a profissão deles. Mas eu? Hum... Meio complicado, hein? Eu como um aspirante a jornalista não consigo encontrar o equilíbrio entre as partes assim tão fácil. Tento ponderar, às vezes um lado pesa mais que outro, mas no início é sempre assim mesmo.

Até no corpo humano o recheio é a melhor parte... Quer dizer, as partes do meio. Você tem o nariz, que lhe faz sentir os cheiros que podem rapidamente mudar o seu humor. Você tem a boca que lhe faz descobrir novos sabores como os de sorvete, ou simplesmente saciar um refrescante copo d’água. O pescoço... Bom, o pescoço por si próprio já é “o” meio (cuidado pra não cair da escada, caro leitor imaginário). Outro ponto situado no corpo humano é o que lhe faz lembrar da família, pelo menos de sua mãe (eu acho), é o seu umbigo, ele não é muito importante, pelo menos não agora. Devo continuar? Acho que sim, porque o melhor sempre fica pra o final. Mas acho que você já entendeu onde eu quis chegar.

Por outro lado, existem coisas no corpo humano que não estão no meio, mas que fazem muita diferença. Mostrando que o meio nem sempre é essencial. Os olhos. É por meio dos olhos que você é capaz de ver através dos abismos, ir além, decifrar, ou simplesmente olhar. Ajudando você a chegar a esses destinos, lá em baixo ficam os seus pés. Eles te guiam e fazem com que você não pise nos lugares errados, e se tiverem pedras no caminho, mesmo que sejam poucas, suas mãos vão te ajudar a tirá-las do caminho.

“Nossos olhos são dengosos demais
Que não se consolam, clamam fugazes
Olhos que se entregam, ilegais”
Ilegais – Vanessa da Mata

"Comunicação..."

Essa é a primeira vez que posto algo que não foi feito por mim.
O motivo? Este fala por si.

"Comunicação. É a primeira coisa que aprendemos na vida. O estranho é que depois que você cresce, aprende palavras, começa a falar, fica mais difícil saber o que dizer. Ou saber pedir o que realmente precisamos.

No final do dia, há certas coisas que temos que falar. Algumas coisas... não queremos ouvir. E falamos de outras porque não podemos mais ficar calados. Algumas coisas significam mais do que você quer falar. São as coisas que você faz.

Você diz certas coisas porque não há outra opção. Certas coisas guardamos para nós mesmos. E não freqüentemente, mas de vez em quando, certas coisas falam por si mesmas."

Retirado do seriado norte-americano Grey's Anatomy.

09/11/2008

“Eu gosto é de mulher...”

As lésbicas. Ai, elas são tão legais, né? Minhas amigas lésbicas são “mara”. Estava aqui em um momento te reflexão, pensando (você já sabe em que) e escutando umas boas e velhas músicas nacionais, e de todas as que eu escutei, as melhores foram as das lésbicas. Ana Carolina, Cássia Eller, Zélia Duncan, Adriana Calcanhoto... tão sentimentalistas. Se Vanessa da Mata e Maria Rita fossem lésbicas também seria muito bom, quer dizer, não seria nada mal. Pelo menos eu acho.

Fiquei imaginando: Por que será que elas escrevem tão bem? E interpretam as canções tão bem também? Será que é porque elas sabem o que a outra está sentindo? Tipo, elas sabem o ponto certo já que são mulheres e sabem aonde chegar? Ou simplesmente escrevem com paixão? Com mais paixão? Não que os homens não escrevam assim, ou tão bem quanto elas. Mas ouvir uma mulher cantando o amor, ou ao amor é tão mais bonito.

Papo cueca. Homem apaixonado é horrível. Tem aqueles que se reprimem e fingem que nada está acontecendo... medo? Tem aqueles que se derretem, fazem loucuras... idiotas? Ah, vai saber. Só sei que quando a gente ama a gente deve “mergulhar com o coração”, certo? Bom, nem sempre. Às vezes é melhor ficar quieto. Esperar. Espere! E, por favor, não faça loucuras!

Boas são as cantoras mesmo, viu! Só elas sabem pra quem estão cantando. Nós deveríamos ser assim de vez em quando: ficar quietos e cantar imaginariamente para alguém. Ela, a pessoa, não precisa saber. E se ela sentir da mesma forma, ponto pra vocês.

É só dar tempo ao tempo. Tempo é essencial pra tudo!

"Não sei dizer o que mudou..."

Poucos foram os leitores invisíveis, mas todos eles fizeram a mesma pergunta: “Por que você chorou?”. Ah, gente, chorar é normal, não é verdade? Mesmo que tenho sido muito, é normal. Agradeço e muito a preocupação de todos vocês. Mas não se preocupem, como disse, já estou melhor. Ouvi dizer até que chorar faz bem.

Os planos de ir morar em Vitória da Conquista – BA, não me saem da cabeça. Pode ser agora. Pode ser no semestre que vem. Pode ser quando terminar a faculdade, para uma especialização. Mas que eu quero, eu quero. E se eu quero, eu vou! (Sentiu a pressão?)

Gente, o verão ta chegando! Quer dizer, já chegou. Mas ta tão quente que parece que o verão está aqui há séculos. Calor até a noite, ventilador, ar condicionado, chuveiro, piscina (para poucos, né?!). Para completar, ainda tenho que ir à academia! O calor só aumenta. Eu, hein!

Andei conversando, lendo. Descobri uma coisa. Uma coisa que eu só achei que estava acontecendo comigo. Mas parece que não. Será que isso é algo bom?

Não sei dizer o que mudou,
mas nada está igual
Victor & Léo - Borboletas

08/11/2008

"Let the past be the past"

Bom, depois de muito pensar, resolvi voltar e ativar meu blog... dessa vez de vez!
Serei menos cauteloso e mais atencioso. Aí você, meu caro leitor invisível, me pergunta: "Em relação a quê?", eu respondo: "Espere e verá"!

Essas últimas semanas foram irreversíveis pra mim, muitas coisas aconteceram. Coisas que passaram muito rápido e que não voltam mais. Coisas boas, coisas "legais", coisas ruins e coisas que EU QUERO que não voltem nunca mais.

Entrei no mês do meu aniversário meio confuso. Foi o primeiro ano em que eu entrei em Novembro sem estar ansioso para o meu aniversário. Como se isso fosse uma coisa "menos importante", e, acredite, não é! Essas coisas nunca aconteceram comigo. Sem segundas intenções ou ironia, eu me senti um emo ao confessar isso.

Viajei com minhas amigas para outra cidade para uma coisa da faculdade. A viagem fez tão bem para gente, nós crescemos tanto lá. Quer dizer, pelo menos eu cresci! Essas coisas fortalecem a gente, nossos laços, faz com que a gente dê mais valor a certas coisas, certos gestos, e passe a relevar certos atos... nos faz crescer! É, nós crescemos.

Não sei exatamente o que fazer da minha vida, mas tudo bem. Hoje à tarde, assistindo TV, a Lauren Conrad do The Hills falou: "Devemos mergulhar com nossos corações, ou agir com a cabeça?". Isso me fez pensar... mais. Cada vez mais. Eu não paro de pensar. Eu só penso. Pior seria se eu não pensasse. Mas não, eu penso.

E foi por causa "desses" pensamentos que minha semana foi, digamos, quase insana. Eu chorei. Nossa, muito tempo que eu não havia chorado. E eu chorei muito, muito mesmo. Chorei em casa, na faculdade e em casa de novo. Não consegui parar de pensar. Só que eu dormi, quando acordei fui tomar banho, lavei o cabelo... isso foi tão refrescante, não só para o corpo, para a alma também. Senti uma sensação de alívio tão grande, como se todos aqueles sentimentos fossem levados ralo a baixo. Sei lá, só sei que eu já me sentia outra pessoa. Isso já é passado... e, por favor:

"Let the past be the past!"