Contrate

25/08/2010

"Senior Year..."




Ai, ai o tempo. Como ele passa rápido, não é? Lembro que ontem mesmo eu estava indo prestar o vestibular, morrendo de medo, pensando que se eu não passasse minha mãe iria me matar e me odiar para o resto da vida. Sem falar que eu ia me sentir a pessoa mais burra da face da Terra.

Entrei na faculdade. Conheci um monte de gente. Pessoas que passaram, pessoas que marcaram e pessoas que ficaram. Estou com algumas delas desde o primeiro semestre do ano de 2007. Estamos, agora, no segundo semestre do ano de 2010.

Passaram-se três anos e meio e sinto como se tivessem passados três minutos e um milésimo de segundo. É admirável ver como crescemos, como aprendemos, como nos tornamos homens e mulheres mais sensatos, mais astutos. Nós nos tornamos pessoais mais compreensíveis. Falta pouco para pegarmos o diploma e dizer “Somos jornalistas. Eu sou jornalista. Sou um profissional na arte de escrever.”

A ficha só está começando a cair nesse momento. Agora pouco eu estava pegando a foto de meus pais e a minha, de quando eu era pequeno, para por no convite da minha formatura. E olhando para mim, ainda criança, nos braços de minha mãe, em minhas outras formaturas e em diversos momentos da minha vida, eu pude perceber que não há melhor sensação do que a que estou vivendo e sentindo.

                            

03/07/2010

“Reflexão em 140 caracteres...”




Li algo no twitter ontem que me fez refletir. Não lembro exatamente como estava escrito, ou quem havia escrito. Só sei que alguém havia dado RT. Dizia mais ou menos que todas as noites, antes de dormir, essa pessoa parava pra refletir sobre o que tinha acontecido no dia dela e sobre o que poderia ter acontecido caso ela tivesse agido de forma diferente.

Ao ler essa pequena reflexão, fiquei intrigado. Ela me fez pensar que há muitos dias, provavelmente meses, eu nunca mais tinha parado para pensar antes de dormir. Ultimamente, por estar tão cansado devido à faculdade, aos estágios ou às festas mesmo, eu quase nunca havia chegado ao momento de refletir sobre minha vida. Há vezes em que simplesmente durmo, sem nem saber como cheguei lá. Só percebo isso quando acordo.

Quando eu estava morando fora, dormia ouvindo música, com o celular debaixo do travesseiro. Pegava no sono mais fácil. Agora que voltei para casa, sempre durmo vendo TV. Quando não é filme, é seriado. Adormeço e sempre acordo com o celular vibrando. Quando não é mensagem, é ligação. E é sempre bom, sabe, caro leitor imaginário?

Mas, mesmo assim, foi bom refletir sobre isso. Vou tentar, antes de dormir, pensar um pouco na vida. Tentar colocar alguns pontos, mesmo que imaginários, em alguns dos meus tantos “i”s. Ver o que realmente vale a pena, o que realmente importa e no que devo dar valor. Caro leitor imaginário, não deixe que sua vida passe sem perceber que as melhores coisas dela estão nas menores coisas. Valorize-as!

28/06/2010

“Vítima do consumismo...”




Caro leitor imaginário, não existe coisa melhor do que fazer compras, não é? E liquidação, então? Nossa, adoro muito! Às vezes penso que nasci para fazer compras. Só minha mãe que não pode saber disso. Se bem que ela sabe mais sobre isso do que eu mesmo, afinal de contas, é ela quem paga as faturas dos meus cartões de crédito.

Hoje, estive pensando: compras são como relacionamentos. Você vê aquele sapato na vitrine e o deseja. Entra na loja e o experimenta. Se ele for realmente bom, passa no caixa e o leva pra casa. Acontecem, em alguns casos, de você ficar na dúvida e pedir opinião a seus amigos mais próximos. E quando há dúvida, nem sempre é um bom negócio.

Há dois meses, fui às compras. A temporada estava em alta. Foi como se estivesse no São Paulo Fashion Week. Ok, nem tanto. Mas, tinha muito lançamento no mercado. Muitas opções. E a maioria delas estava bastante acessível. Bati os olhos em um... digamos, sapato. Isso, um sapato! Sabe, caro leitor imaginário, um lindo sapato por sinal. Procurei o pessoal da loja, disse que estava interessado e, após algumas negociações, acabei levando-o para casa. Depois de tê-lo usado uma vez – isso mesmo, uma única vez – percebi que ele não servia para mim. Ele era muito pequeno e desconfortável. Percebi que ele não era high fashion. Ele era produto de ponta de estoque.

Mas, sou brasileiro, não desisto nunca. Saí à procura de um novo par de sapatos para mim. Afinal de contas, não sou a Sandy que fica perambulando por aí com os pés cansados. Eu sempre busco o que me faz bem. E encontrei, sem procurar muito, um sapato que, além de especial, me serviu perfeitamente. Por que quando é bom, a gente sabe. Com ele posso caminhar por aí com sorriso de canto a canto da boca, cantando, dançando e tal. Por que ele não aperta, não machuca. Ele é lindo.

Se eu fosse um mulher – did I really just say that? Hahaha – ele seria um sapato vermelho, do salto bem alto, daquele tipo de sapato eye catcher. Por que mesmo bem alto eu me sinto seguro. Nenhum outro sapato conseguiria fazer com que eu me sentisse tão bem como eu estou agora. Se esse salto quebrasse depois de ter dançado muito, ou se ele tivesse se desgastado com o tempo, ainda assim, tudo estaria em seu mais perfeito equilíbrio. Even with broken hills.

Ei! Tá ouvindo? Não! Não é a Lady Gaga. É o som dos pássaros. Tá chegando a primavera e já consigo ouvi-los daqui de cima. Ei, leitor imaginário, coloque você também o seu melhor sapato, veja flores aos seus pés e venha ouvir o som dos pássaros comigo. É lindo. Tão lindo!

.

09/06/2010

“(Re)descobrindo pessoas...”



“I don’t wanna be friends...
You and me could write a bad romance.”
(Bad Romance – Lady Gaga)

Caro leitor imaginário, não existe sensação melhor do que estar com alguém, não é? Ainda mais quando essa pessoa já fazia parte de sua vida. A única e grandiosa minúscula diferença é a maneira com a qual ela faz parte dela a partir de agora. Você redescobre essa pessoa. A presença dela em sua vida passa a ter um significado completamente diferente e especial.

É bom saber que a gente não precisa “se conhecer”. A gente já se conhece. Apenas descobrimos, na verdade, percebemos que perdemos muito tempo adiando algo que já estava “escrito”, rs. É bom saber que além de um amigo, você encontra nessa pessoa um bem querer. Saber que pode conversar com ela, rir com ela, falar (muita) besteira com ela. Ser criança, com atitude de adulto. Ser feliz. =)

É tão bom ser feliz. É tão bom estar feliz. Melhor ainda é saber que você também tem a capacidade de fazer alguém feliz. Esse, sim, é o melhor dos sentimentos. Não existe sensação melhor, ao menos para mim, do que saber que você tem a capacidade de fazer alguém sorrir. Sorrir com os olhos, sorrir de felicidade, sorrir com o coração.

“All the lovers that have gone before
They don’t compare to you.”
(All The Lovers – Kylie Minouge)
.

Contrate