Contrate

14/10/2010

"Simples desejo..."

"I can't get you back to that one time
Cos you and me are still recovering"
(Begin Again - Colbie Caillat)



Já passei por dias difíceis. Dois, às vezes três. Não me lembro de ter ficado mais de quatro dias sofrendo, literalmente, por amor. Hoje, completaram-se cinco dias. Cinco dias de fingimento, de dor, de não saber o que fazer, de não saber o que dizer, de não querer atender, de ver e não saber o que responder.

Muitos me conhecem como uma pessoa alegre, feliz e simpática. Mas eu também amo. E quem ama está sujeito ao sofrimento. Uma coisa sem sentido e sem intenção pode acabar devastando o coração daquela pessoa que tanto te quer bem.

Sempre fui egoísta – é mal do signo, sou de escorpião. A experiência pela qual passei essa semana me fez refletir no quanto é realmente importante levar em consideração o sentimento das outras pessoas. E eu levei... mas não tive retorno.

Caro leitor imaginário, não leve em conta aquele pensamento absurdo de “primeiro eu, segundo eu, terceiro eu”. No amor temos que ser irracionais, temos que agir com a emoção, temos que pensar no próximo. Do contrário meus olhos não estariam doendo tanto como estão agora das lágrimas que derramei. Nem minha cabeça ardendo, nem meu peito queimando. O fato só me fez perceber a dimensão do meu sentimento. Às vezes, é preciso sentir que vamos perder para dar valor. E eu não falo apenas por mim...

Enquanto escrevo consigo sentir seu cheiro ainda em meus braços e o gosto de seus lábios em minha boca. Quero poder sentir o conforto de seu abraço sem me sentir culpado. Quero poder estar livre dentro de ti. Como faço para esquecer? Eu só quero voltar a ser feliz novamente.


"I never wanna fall apart,
Never wanna break your heart
Never wanna let you break my own"
(Begin Again - Colbie Caillat)

23/09/2010

"and for always..."



Acho que já sei a resposta para a confissão anterior. Percebo que as pessoas sentem constantemente arrepios, calores, e sensações que não sei descrever com palavras. Nem meus pensamentos baseados nessas percepções conseguem explicar. Eles – os pensamentos - têm vida própria, vão além do que eu posso imaginar.

Consigo ver duas pessoas apaixonadas. Aquela sensação de eternidade, de durabilidade, de felicidade. Elas se tocam, se beijam e se amam muito intensamente. Uma paz interior, conforto para alma. É completamente perceptível um algo a mais no calor daquele abraço.

Consegues ver essa imagem comigo, caro leitor imaginário: Um casal, uma cama no amanhecer coberta por lençóis brancos, pequenos raios de sol entrando por entre as frestas da janela e um beijo de bom dia interminável, apaixonado, repleto de um “tanto” amor. Aquele amor que só sabe quem sente.

Tão longe, tão perto... isso é tudo o que eu consigo ver. E você, consegue ver além?
.

19/09/2010

“Blush, blush...”



Passar a tarde assistindo Grey’s Anatomy me deu inspiração suficiente para escrever. O caso de uma paciente do segundo episódio da segunda temporada, além dos outros casos, me chamou a atenção. A jovem sofria de um problema de ruborização. Ela não podia se expressar porque ficava ruborizada excessivamente e muito facilmente. Aquilo a incomodava bastante.

Ela me fez pensar: e se todos nós fossemos assim? E se não pudéssemos sentir nada sem que alguém soubesse? Não poder mentir, ficar feliz, ficar triste... e se não pudéssemos guardar um segredo? Ou, pior ainda, quais seriam as consequências que iríamos sofrer por amar alguém?

Como você se sentiria se toda vez que você visse a pessoa amada um grande fluxo sanguíneo subisse ao seu rosto, você começasse a transpirar e sentir constantes ondas de calor? Seria possível amar dessa maneira?... Seria possível amar? Ou será que teríamos que conviver com o sentimento de vergonha por nossos próprios sentimentos? Ter que escondê-los, ter que reprimi-los para que ninguém soubesse o que está acontecendo conosco?

Caro leitor imaginário, o que você faria se não pudesse dizer o que sente?

26/08/2010

Formas e Palavras: PLVRS - AAA

-"Não se defenda do meu olhar ele não machuca!" 
Mas suas PALAVRAS, sim. Estas machucam, ferem, contam verdades, contam mentiras, fazem chorar e sorrir. Elas sim são capazes de mudar tudo. Elas fazem o sono ir embora, fazem com que o dia se torne longo ou com que ele passe voando, são capaz de trazer a paz ou de se fazer a guerra. 
Esteja sempre de olhos abertos ao poder de suas palavras, pois elas são capazes de transformar e destruir qualquer mundo!


- - -

Texto original retirado do blog do meu amigo @brunoponciano_
Achei tão a ver comigo que pedi autorização para postar aqui como uma de minhas confissões.
O blog é riquíssimo. Super recomendo!
Bruno, muito obrigado pela autorização. Um abraço. *=

Contrate