27/01/2016

#DVTexto: “O que há para refletir?”

Caro leitor imaginário, quando coloco algo na cabeça, viro o mundo de pernas para o ar até conseguir. Há vezes em que penso que podem ser coisas de momento, que simplesmente penso e depois vão passar. Porém, na maioria das vezes – para não dizer “todas as vezes” – tudo aquilo que eu acabo pensando e desejando, é algo que eu realmente quero, algo bom. Algo, digamos, que tem futuro.


Planos, planos e mais planos. Estudar, estudar e estudar. Trabalhar, estudar, trabalhar e criar planos. Planos, metas, estilos. Estilo. Estilo de vida. Trabalhar para consegui-lo. Estudar para se chegar lá. Ser quem és, para que o mundo lhe enxergue e veja muito mais do que aquilo que és. Não tem coisa mais linda do que ser surpreendido pelas pessoas quando elas percebem coisas que você faz, que nem você mesmo percebe. Fazê-las felizes. E, automaticamente, ficar feliz. Tem coisa melhor do que ser feliz? Tem sim! Trazer felicidade!



Seja um espelho, caro leito imaginário!


E essa tal e tão sonhada liberdade? Vontade de sair por aí correndo, andando, com sede de mais, almejando sempre o melhor. O melhor de mim, o melhor dos outros, o melhor de tudo. Querer, buscar e desejar o melhor, é o melhor que você pode fazer.


“So, put your arms around me,
and stay there forever”

(Natasha Bedingfield - Put Your Arms Around Me)

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